quarta-feira, 9 de julho de 2014

#14SWU2011: Parte Final

Lembrei o nome da rua onde pegamos o ônibus. Não é uma rua, é uma avenida. Avenida Francisco Glicério.
Pegamos o ônibus pra rodoviária e chegando lá fomos ver como que tava o esquema pra ir pra PAURINA, tinha um ônibus que ia direto pra arena. Descobrimos isso na hora também, assim como descobrimos que comprar as capas antecipadamente havia sido um bom negócio, pois estavam vendendo uma na rodoviária pelo mesmo valor que nós havia pago em quatro capas.
Beleza, montamos no busão, eu comentei algo sobre cabeludos sebosos no Twitter. E chegamos na arena. Devia ser umas 11:30 e portão só abriria às 12:00 e a fila estava razoável. "Foda-se, vamos nesse shopping ai comprar algo pra comer e depois a gente pega a fila." Enquanto íamos para o shopping percebi que tentariam nos vender capas o tempo todo. Porra, eu paguei 3 reais na minha capa e você quer me vender por 15? Por quinze reais eu compro a chuva! Quando chegamos no shopping apenas três coisas eram importantes: Cadê a Americanas? Onde é o banheiro? Tem farmácia aqui? Compramos uma ruffles de 400g, uma de churrasco média, duas cocas e um suco. A fila do banheiro me desestimulou a dar uma mijada. A farmácia tava bem do lado da porta por onde entramos, somos um bando de idiotas.

Após a rápida passada pelo Shopping Paulínia, resolvemos ir pra fila antes que ela ficasse GIGRANDE. Quase 11hrs. Caem as primeiras gotas de água do céu e a compra das nossas capa de chuva começam a fazer sentido.
O portão abriu exatamente às pouco antes do meio-dia (horário de Brasília) os seguranças eram muito rigosos na revista, entramos com um salgadinho aberto (que podia camuflar qualquer coisa) e... Bem, vai lendo aí.

Entramos, demos uma olhada na programação, nos dirigimos até o toilette pra dar uma mijada e fomos para o Palco cujo esqueci o nome -- afinal fazem quase 3 anos e eu não vou pesquisar isso agora -- pra pegar um bom lugar no show mais pegueira daquele dia: O do Raimundos.
Como antes de todos os shows da noite, rolou aquilo de conversar com uma galera que a gente nem conhecia e dar muita risada. Mas esse era o primeiro show! E o que tem antes do primeiro show? Sauna com essência de cannabis.
Se a proposta era ser um Woodstock no Brasil, objetivo atingido pela quantidade de maconha rolando.
Após aquela zoeira saudável pré-show e inalar bastante fumaça proveniente de cigarros ilícitos, já embaixo da garoa que batizou esse dia e me fez perceber que a maior bosta foi comprar aquela capa: porque a água entra e ela gruda no teu braço te embalando à vácuo e como diz o comercial do sabão em pó líquido: se sujar faz bem.
Já com a capa rasgada e enfiada na mochila do colombiano (foi feito um justo revezamento com essa mochila e o Caio carregou ela 73% do tempo) assistimos o Canisso entrar no palco judiando das cordas de seu baixo.
Ou talvez ele não tenha sido o primeiro a entrar. Sei lá.

Na próxima parte eu corrijo caso eu esteja errado.

- Próxima parte? Essa não era a final?
- Não, eu menti. Em 2020 eu termino essa história.

Um comentário:

  1. Duas correções: como eu comecei a escrever essa segunda parte faz uma era, eu caguei ao dizer no começo que chegamos 11:30 e que depois era quase 11hrs. Só li agora. A informação é irrelevante, de qualquer forma.

    E esqueci de linkar a primeira parte.
    Como diria meu sobrinho: "Tó"
    http://ahquediademerda.blogspot.com/2012/10/14swu2011.html

    ResponderExcluir